<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Coisas Legais &#187; Textos</title>
	<atom:link href="http://www.coisaslegais.net/categoria/textos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.coisaslegais.net</link>
	<description>Aqui você encontra novidades, notícias, imagens, vídeos e muito mais!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 Jul 2010 16:42:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Atlântida: O Reino Perdido</title>
		<link>http://www.coisaslegais.net/atlantida-o-reino-perdido/</link>
		<comments>http://www.coisaslegais.net/atlantida-o-reino-perdido/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 22:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[atlântida]]></category>
		<category><![CDATA[perdido]]></category>
		<category><![CDATA[reino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coisaslegais.net/post/atlantida-o-reino-perdido/</guid>
		<description><![CDATA[Milhares de anos após ter submergido nas profundezas frias e escuras do oceano Atlântico, o continente insular da Atlântida continua sendo um dos mistérios mais intrigantes da História. Platão por Españoleto &#8211; 1637 A história antiga da humanidade em grande &#8230; <a href="http://www.coisaslegais.net/atlantida-o-reino-perdido/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img width="400px" src="http://segredosdoplanetaterra.my1blog.com/files/2008/05/atlantida-figura.jpg"></center></p>
<p>Milhares de anos após ter submergido nas profundezas frias e escuras do oceano Atlântico, o continente insular da Atlântida continua sendo um dos mistérios mais intrigantes da História.</p>
<p><b>Platão por Españoleto &#8211; 1637</b></p>
<p>A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.</p>
<p>Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida.</p>
<p>Mas antes de continuarmos no assunto Atlântida, vamos discorrer rapidamente por Tróia:</p>
<p><b>Do Mito à Realidade (A Magnífica Tróia)</b></p>
<p>Por muito tempo se acreditou que a História de glória e da destruição de Tróia, com suas altas muralhas, não passasse de um mito. As epopéias que descrevem a cidade, llíada e a odisséia de Homero, são anteriores a 700 a.C. Embora os gregos antigos lessem o grande poeta como apenas literatura.</p>
<p>Coube a Heinrich Schliemann, um milionário, arqueólogo diletante e sonhador do século XIX, provar que os eruditos estavam errados. Obstinado e romântico, o negociante alemão tinha certeza que Homero contara a verdade sobre Tróia. No final da década de 1860, Schliemann convenceu-se de que a aldeia turca de Hissarlik, com suas colinas semelhantes a fortins, lembrava a cidade descrita na llíada. Em 1871 deu início às escavações.</p>
<p>Logo descobriu que realmente havia uma cidade sob as &#8220;fortalezas&#8221; de Hissarlik. Na verdade, vários estágios de uma antiga cidade estavam enterrados em camadas superpostas. E uma dessas camadas, queimada por fogo, parecia-se muito com a Tróia de Homero.</p>
<p>A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.</p>
<p>Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil.</p>
<p>Pressupõem que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo. A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000 a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groenlândia (Groelândia), em decorrência da ação dos vulcões e terremotos.</p>
<p>A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão.</p>
<p>Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.</p>
<p><b>Atlântida 100.000 a.C. a 50.000 a.C.</b></p>
<p>Sobre a Atlântida antes da primeira destruição (antes de 50.000 a.C.) pouco se sabe. Diz-se haver sido colonizada pelos lemúrios que haviam fugido do continente onde habitavam, também sujeito a cataclismos imensos, quando então se estabeleceram correntes migratórias fugitivas das destruições que ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul Atlântida.</p>
<p>Estes primeiros Atlantes julgavam a si pelo caráter e não pelo que tinham e viviam em harmonia com a natureza. Pode-se dizer que 50% de suas vidas eram voltadas ao espiritual e os outros 50% para o lado prático, vida material.</p>
<p>Possuíam grande poder mental o que lhes conferia domínio da mente sobre o corpo. Eles faziam coisas impressionantes com os seus corpos. Assim viveram por muito tempo até que, em decorrência da proximidade do sul da Atlântida com o Continente Africano, várias tribos agressivas africanas dirigiram-se para a Atlântida forçando os Lemúrios estabelecidos na Atlântida a se deslocarem cada vez mais para o norte do continente atlante. Com o transcorrer do tempo os genes dos dois grupos foram se misturando.</p>
<p>Em 52.000 a.C. os Atlantes começaram a sofrer com ataques de animais ferozes, o que os fizeram aumentar seus conhecimentos em armas, motivando um avanço tecnológico na Atlântida. Novos métodos de agricultura foram implementados, a educação expandiu, e conseqüentemente bens materiais começaram a assumir um grande valor na vida das pessoas, que começaram a ficar cada vez mais materialistas e conseqüentemente os valores psíquicos e espirituais foram decaindo. Uma das conseqüências foi que a maioria dos atlantes foi perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a desacreditar nas mencionadas habilidades.</p>
<p>Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de &#8220;Os Filhos de Belial&#8221;. Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro grupo chamado de &#8220;As Crianças da Lei Um&#8221;, era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam &#8220;As Crianças da Lei Um&#8221; porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um.</p>
<p>Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entrou em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica.</p>
<p>Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.</p>
<p>As duas partes que fugiram da Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no continente, pois em decorrência da tremenda destruição os remanescentes praticamente passaram a viver como animais vivendo nas montanhas durante 4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização.</p>
<p><b>Atlântida 48.000 a.C. a 28.000 a.C.</b></p>
<p>Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemúrios fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano.</p>
<p>Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas. Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e para a América do Sul.</p>
<p><b>Platão &#8211; Escola de Atenas por Rafael &#8211; 1509-10</b></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coisaslegais.net/atlantida-o-reino-perdido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Características do amor &#8211; Amor platônico &#8211; Perspectiva filosófica</title>
		<link>http://www.coisaslegais.net/caracteristicas-do-amor-amor-platonico-perspectiva-filosofica/</link>
		<comments>http://www.coisaslegais.net/caracteristicas-do-amor-amor-platonico-perspectiva-filosofica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 12:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coisaslegais.net/?p=100</guid>
		<description><![CDATA[Características do amor Cisnes formando um coração Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor a Deus, amor a vida. É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa &#8230; <a href="http://www.coisaslegais.net/caracteristicas-do-amor-amor-platonico-perspectiva-filosofica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="love" src="http://www.coisaslegais.net/wp-content/uploads/2009/10/love.png" alt="love" width="347" height="287" /><strong><span style="font-size: x-large;">Características  do amor</span></strong><br />
Cisnes formando um coração</p>
<p style="text-align: justify;">Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor a Deus, amor a vida. É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol).</p>
<p>As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no grego e no latim. O grego possui outras palavras para amor, cada qual denotando um sentido específico. No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Amar também tem o sentido de gostar muito, sendo assim possível amar qualquer  ser vivo ou objeto.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: large;">Amor platônico</span></p>
<p style="text-align: justify;">Amor platônico é uma expressão usada para designar um amor ideal, alheio a interesses ou gozos. Um sentido popular pode ser o de um amor impossível de se realizar, um amor perfeito, ideal, puro, casto.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se, contudo, de uma má interpretação da filosofia de Platão, quando vincula o atributo “platônico” ao sentido de algo existente apenas no plano das idéias. Porque Idéia em Platão não é uma cogitação da razão ou da fantasia humana. É a realidade essencial. O mundo da matéria seria apenas uma sombra que lembraria a luz da verdade essencial.</p>
<p style="text-align: justify;">A expressão amor Platônico é uma interpretação equivocada do conceito de Amor na filosofia de Platão. O amor em Platão é falta. Ou seja, o amante busca no amado a Idéia &#8211; verdade essencial &#8211; que não possui. Nisto supre a falta e se torna pleno, de modo dialético, recíproco.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contraposição ao conceito de Amor na filosofia de Platão está o conceito de Paixão. A Paixão seria o desejo voltado exclusivamente para o mundo das sombras, abandonando-se a busca da realidade essencial. O amor em Platão não condena o sexo, ou as coisas da vida material.</p>
<p style="text-align: justify;">Na obra Simpósio (de Platão), há uma passagem sobre o significado do amor. Sócrates é o mais importante dentre os homens presentes. Ele diz que na juventude foi iniciado na filosofia do amor por Diotima de Mantinea, que era uma sacerdotisa. Diotima lhe ensinou a genealogia do amor e por isso as idéias de Diotima estão na origem do conceito socrático-platônico do amor. Segundo Joseph Campbell, “não é por acaso que Sócrates nomeia Diotima como aquela que lhe deu as instruções e os métodos mais significativos para amar/falar. A palavra falada por amor é uma palavra que vem das origens [1].”</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: large;">Perspectiva filosófica</span><br />
O Triunfo de Vênus, de Angelo Bronzino.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentemente do conceito de amor platônico, quando se fala do amor em Platão estamos nos referindo ao pensamento deste filósofo sobre o amor. A noção de amor é central no pensamento platônico. Em seus diálogos, Sócrates dizia que o amor era a única coisa que ele podia entender e falar com conhecimento de causa. Platão compara-o a uma caçada (comparação aplicada também ao ato de conhecer) e distinguia três tipos de amor: o amor terreno, do corpo; o amor da alma, celestial (que leva ao conhecimento e o produz); e outro que é a mistura dos dois. Em todo caso o amor, em Platão, é o desejo por algo que não se possui.</p>
<p style="text-align: justify;">A temática do amor é comum a quase todos os filósofos gregos, entendido como um princípio que governa a união dos elementos naturais e como princípio de relação entre os seres humanos. Depois de Platão, entretanto, só os platônicos e os neoplatônicos consideraram o amor um conceito fundamental. Em Plutarco o amor é a aspiração daquilo que carece de forma (ou só a tem minimamente) às formas puras e, em última instância, à Forma Pura do Bem. Em “As Enéadas”, Plotino trata do amor da alma à inteligência; e na sua Epistola ad Marcelam, Porfírio menciona os quatro princípios de Deus: a fé, a verdade, o amor e a esperança. No pensamento neoplatônico, o conceito de amor tem um significado fundamentalmente metafísico ou metafísico-religioso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: large;">O amor original</span></p>
<p style="text-align: justify;">O amor, para ocorrer, não importando os níveis: se social, afetivo, paternal ou maternal, fraternal &#8211; que é o amor entre irmãos e companheiros &#8211; deve obrigatoriamente ser permitido. O que significa ser amor permitido? Bem, de fato quase nunca pensa-se sobre isso porque passa tão despercebido que atribui-se a um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. Mas não, a permissão aqui referida toma-se por base um sentimento de reciprocidade capaz de dar início e alargar as relações de afetividade entre duas ou mais pessoas ou seres que estão em contato e que por ventura vêm a nutrir um sentimento de afeição ou amor entre si.</p>
<p style="text-align: justify;">A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou atitudes desmeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar, quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto dure e mais nas lembranças e memórias.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que você me ama? Porque você permitiu. Essa frase remete ao mais simples mecanismo de reciprocidade e lealdade, se um pergunta ao outro a razão de seu sentimento de amor em direção a ele, a resposta só poderia ser essa. A razão do sentimento de amor em direção à outra pessoa recaí na própria pessoa amada, que em seus gestos, palavras, pensamentos e ações conferiu permissão a que a outra pessoa ou ser &#8211; podendo até ser um animal de estimação &#8211; o dedicasse aquele sentimento de amor.</p>
<p style="text-align: justify;">O amor pode ser entendido de diferentes formas, e tomado por certo conquanto é um sentimento, dessa forma é abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho ou textura. Mas é por si só: O sentimento em excelência; o que quer dizer que é o sentimento primário e inicial de todo e cada ser humano, animal ou qualquer outro ser dotado de sentimentos e capacidade de raciocínio natural.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos carecem de amor e querem reconhecer esse sentimento em si e nos outros, não importando idade ou sexo. O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que sem amor a criatura não sobrevive conquanto o amor equilibra e traz a paz de espírito quando é necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">Eros<br />
Corações estilizados: um símbolo do amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Eros representa a parte consciente do amor que uma pessoa sente por outra. É o amor que se liga de forma mais clara à atração física, e freqüentemente compele as pessoas a manterem um relacionamento amoroso continuado. Nesse sentido também é sinônimo de relação sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário vem a Psique, que representa o sentimento mais espiritual e  profundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Pragma</p>
<p style="text-align: justify;">Pragma (do grego, “prática”, “negócio”) seria uma forma de amor que prioriza o lado prático das coisas. O indivíduo avalia todas as possíveis implicações antes de embarcar num romance. Se o namoro aparente tiver futuro, ele investe. Se não, desiste. Cultiva uma lista de pré-requisitos para o parceiro ou a parceira ideal e pondera muito antes de se comprometer. Procura um bom pai ou uma boa mãe para os filhos e leva em conta o conforto material. Está sempre cheio de perguntas. O que será que a minha família vai achar? Se eu me casar, como estarei daqui a cinco anos? Como minha vida vai mudar se eu me casar?</p>
<p style="text-align: justify;">Amor interessado em fazer bem a si mesmo, Amor que espera algo em troca.</p>
<p style="text-align: justify;">Philia</p>
<p style="text-align: justify;">Em grego, significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. É visto por muitos, como uma forma incondicional de amar.</p>
<p style="text-align: justify;">A interpretação cristã sobre a origem de Jesus, engloba este tipo de amor para descrever o ato de Deus, que, ao ver a humanidade perdida, entrega seu filho unigênito, para ser morto em favor do homem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coisaslegais.net/caracteristicas-do-amor-amor-platonico-perspectiva-filosofica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tudo passa</title>
		<link>http://www.coisaslegais.net/tudo-passa/</link>
		<comments>http://www.coisaslegais.net/tudo-passa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 13:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Tudo passaPassam os anos, passa a vida.Passa o tempo, passam as coisas,Passam perto de mim as pessoas,Passa dentro de mim o amor.Por que isso comigo se passa,Se já nem sei mais quem sou?Texto do índio Miguel Panemaxeron <a href="http://www.coisaslegais.net/tudo-passa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.imotion.com.br/imagens/data/media/41/9137arvore1.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 420px; height: 314px;" src="http://www.imotion.com.br/imagens/data/media/41/9137arvore1.jpg" alt="" border="0" /></a>
<div style="text-align: center;">Tudo passa</p>
<p>Passam os anos, passa a vida.<br />Passa o tempo, passam as coisas,<br />Passam perto de mim as pessoas,<br />Passa dentro de mim o amor.</p>
<p>Por que isso comigo se passa,<br />Se já nem sei mais quem sou?</p>
<p>Texto do índio <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Miguel Panemaxeron</span></div>
<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1160863120514767176-326213788739182827?l=www.blogandonovidades.com' alt='' /></div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogandonovidades/~4/00qsy4CczWo" height="1" width="1"/></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coisaslegais.net/tudo-passa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
